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“Primeiro, tornei-me muçulmano” – um momento missionário

 

O meu pai era católico e costumava ler a Bíblia, tomando notas num caderno. Comecei a ler a Bíblia para o fazer feliz, mas não sentia aquela emoção que o fazia sempre chorar enquanto lia. Quando ele faleceu, todos os meus irmãos se converteram ao Islão. A minha irmã mais velha era cristã.
 
A vida era difícil porque eu não era muçulmano – sentia-me muito sozinha em épocas como o Ramadão. Por isso, tornei-me muçulmano. A minha irmã soube que eu também me tinha tornado muçulmana e ficou triste. Então, pediu-me para ler os livros de João, Atos e Romanos. Fi-lo para a fazer feliz, mas algo aconteceu – era tão diferente do que nos tinham dito no Islão. Senti o que o meu pai tinha sentido; estava a ler e a chorar.
 
Queria estudar teologia para poder voltar e pregar aos meus irmãos. Mas eles eram muçulmanos – não podiam pagar por isso. Estudei mecânica, o que não era o que eu queria. Certa vez, um homem do Quénia veio à nossa igreja para falar sobre missões. O homem encaminhou-me para uma das escolas no Quénia. Estudei durante um ano e, hoje, a minha esposa e eu somos os primeiros missionários entre um grupo étnico não alcançado na região sul/costeira do Quénia.
 
Leia a história completa em afrigo.org/story_resources/missionary-profile-john/