“Questionámos o nosso chamamento para as missões”
Depois de cinco anos a servir em missões pioneiras, estávamos muito cansados e precisávamos de descansar e recuperar forças. Servimos durante um ano no nordeste do Quénia, e depois quatro anos em Marsabit (Quénia). Fomos para o campo entusiasmados para servir, mas com o tempo, como recém-casados e sem muito apoio moral e financeiro, começaram a aparecer grandes problemas no nosso ministério e no nosso casamento.Começámos a questionar tudo – até mesmo a chamada para missões da qual tínhamos a certeza antes. Foi um tempo muito triste para nós, e precisávamos de ouvir Deus novamente. Os nossos corações precisavam de desabafar e de aconselhamento. Ouvimos falar dos Ministérios Ellel, que ajudam em questões emocionais e de cura interior. Contactámo-los e recebemos a ajuda que precisávamos.
Um missionário pode ir abaixo enquanto ainda está a servir, mas não deves esperar até a tua energia acabar para pedir ajuda. O esgotamento acontece às pessoas que esperam até ao último minuto para pedir ajuda. A Igreja também precisa de criar estruturas para ajudar os missionários a desabafar e a lidar com as experiências difíceis do campo.
Leia a história completa em inglês em: https://afrigo.org/…/missionary-profile-james-and…/