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“De missionário rejeitado a Mobilizador”

Recém-saído do ensino secundário, meu pastor – diretor da Operação Mobilização – viu a palavra “missionário” escrita em mim. Eu ri e disse “nunca!”. Eu queria universidade, não cabanas de lama e pregação. Ele me deu três dias para orar. Eu não planejava fazer isso, mas por três noites sem dormir, os perdidos me assombraram até que me rendi.
Anos antes, eu tinha encontrado Jesus em uma família destruída. A feitiçaria, a bebida e o fumo da minha madrasta quase a mataram; quando ela parou e voltou para a igreja, fui radicalmente salvo.
Durante o treinamento missionário, evangelizei uma aldeia por uma semana — vidas mudaram dramaticamente. Percebi que, se Jesus voltasse, aquela aldeia estaria pronta, mas minha própria família não. Implorei a Deus que os salvasse, prometendo serviço vitalício. Dias depois, todos os parentes choraram e aceitaram a Cristo.
Servi por todo o sul da África, estudei teologia no Brasil por quatro anos e até liderei um centro de treinamento lá. No entanto, Moçambique continuava me puxando de volta. Agora estou em casa, mobilizando igrejas locais para pararem de apenas orar e realmente irem. Compramos um terreno para a primeira escola missionária nacional de Moçambique.
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